Indie Rock Inglaterra

The Libertines

Por em 18/07/2008

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Enquanto o “novo rock” dos Strokes elevou-se nos Estados Unidos e firmou um inédito cenário Indie Rock de grande relevância para o mundo no início dos anos 2000, os ingleses do Libertines expandiram-se juntamente, como o The Vines na Austrália e o The Hives na Suécia. Mesmo com as semelhanças com os Strokes, muita gente contrapõe radicalmente elevando o Libertines ao nível de um “novo The Clash”. A formação contava com a voz jovem de Pete Doherty e o guitarrista Carl Barât. Na bateria Gary Powell e no baixo John Hassall ambos considerados apenas figurantes, escondendo o trabalho fundamental que os mesmos exerciam na banda. O que não é pra menos, já que a polêmica girava toda em volta de Doherty e Barât que tinham um histórico problemático, cheio de confusões, brigas e drogas. Porém esses episódios somente fizeram com que o nome da banda se tornasse mais popular na cena e chamasse a atenção da mídia. As letras da banda falam basicamente de drogas, amores e da conturbada relação entre Barât e Doherty, que, sem a menor cerimônia, discutem seus problemas nas próprias músicas do grupo, chegando ao ponto de Doherty, devido às brigas, anunciar sua saída da banda em 2004. A presença de Baterias aceleradas, guitarras sujas, melodia irresistivelmente pop deixou a banda com um status de alto nível. O fim da banda foi anunciado em 2005 e tanto Doherty e Barât seguem muito bem em suas novas bandas. Pete Doherty está hoje na banda que criou nomeada Babyshambles e Carl Barât lidera o Dirty Pretty Things.

 

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